Lionel d e Campos Jorge
CLEBER MACHADO DA SORTE E NARRA A PRIMEIRA MEDALHA DE OURO DO BRASIL
Somos todos Silva: Rafaela conquista 1º ouro do Brasil na Olimpíada do Rio
Com foco impressionante, carioca nascida na favela Cidade de Deus enfileira rivais e leva público brasileiro ao delírio com conquista sensacional para o esporte do país
http://globoesporte.globo.com/olimpiadas/judo/noticia/2016/08/somos-todos-silva-rafaela-conquista-1-ouro-do-brasil-na-olimpiada-do-rio.html
É Silva, é da favela, é uma das milhões de brasileiras que tiveram uma infância pobre. A diferença é que o esporte transformou a vida de Rafaela, e cerca de quinze anos depois de ser colocada pelo seu pai em um projeto social que ensinava judô para evitar que o crime organizado a seduzisse, a menina carioca de 24 anos é a mais nova campeã olímpica do esporte mundial. Nascida e criada na famosa favela Cidade de Deus, Rafa enfileirou cinco adversárias e levantou uma contagiante torcida nesta segunda-feira, na Arena Carioca 2, no Parque Olímpico da Barra, para realizar o maior sonho de qualquer atleta no planeta, não importa de onde ele veio. Na final do peso-leve (até 57kg), a atleta de 1,69m se agigantou e venceu por wazari a judoca da Mongólia Sumiya Dorjsuren, líder do ranking mundial. É o primeiro ouro do Time Brasil na Olimpíada do Rio, a segunda medalha do país, após a prata no tiro esportivo de Felipe Wu, na pistola de 10m. A láurea de Rafa é a 20ª do judô nacional em Jogos Olímpicos, aumentando a vantagem da arte marcial de origem japonesa na disputa com a vela (17).
- Acho que eu só tenho agradecer todo mundo que me deu forças. Treinei bastante para representar todo esse ginásio. Se eu pudesse servir de exemplo para crianças da comunidade, é o que eu tenho para passar para o judô. Treinei tudo que podia nesse ciclo, saía treinando, chorando, queria a medalha. Trabalhei o suficiente para conquistar. Para uma criança que cresceu numa comunidade, que não tem muito objetivo na vida, como eu, que sou da Cidade de Deus, e começou a fazer judô por brincadeira, agora sou campeã mundial e olímpica - vibrou Rafaela logo depois de sair do tatame.
Desde que entrou pela primeira vez no tatame nesta segunda, Rafaela decidiu que ela ia muito longe na Olimpíada do Rio. Dona de um enorme talento para o judô, mas nada fã dos exaustivos treinos, ela foi campeã mundial em 2013, porém passou os três últimos anos sem grandes resultados e passou a ralar muito mais nos treinamentos. Estava tudo guardado para a competição na casa dela. Com muita raça, sangue nos olhos e uma técnica apurada, ela contou com o apoio de uma ensandecida torcida que vibrou sem parar, pressionando as gringas. A Silva mais famosa do momento derrotou, pela manhã, em sequência, a alemã Myriam Roper (primeira fase), a sul-coreana Jandi Kim (oitavas) e húngara Hedvig Karakas. A vaga na decisão veio com uma emocionante vitória no golden score, a prorrogação do judô, sobre a forte romena Corina Caprioriu, prata em Londres 2012 e vice no Mundial de 2015.
Depois da derrota em Londres 2012, a atleta sofreu com a reação negativa do público. Quando chegou ao hotel após a eliminação nas oitavas de final, centenas de notificações em suas redes sociais chamaram atenção. Rafaela abriu o Twitter e se revoltou. Pela internet, havia recebido todo tipo de crítica e insultos racistas, e não se segurou. Rebateu os internautas, reconheceu que errou e se afirmou com capacidade para os Jogos do Rio. Na época, um representante do Ministério do Esporte em Londres chegou a sugerir que os responsáveis fossem processados, mas nenhuma ação foi adiante. Após vencer a final do judô até 57 quilos e conquistar seu primeiro título olímpico, Rafaela Silva chorou muito e desabafou.
- Lembrando do sofrimento que passei em Londres, que me criticaram, que eu era uma vergonha para minha família, e hoje eu pude fazer todos os brasileiros com essa medalha aqui dentro da minha casa. O macaco que tinha que estar na jaula em Londres hoje é campeão olímpico dentro de casa e hoje eu não fui uma vergonha para a minha família.
http://globoesporte.globo.com/olimpiadas/judo/noticia/2016/08/somos-todos-silva-rafaela-conquista-1-ouro-do-brasil-na-olimpiada-do-rio.html
Eu e a Dalila damos SORTE para Cleber Machado ..a gente elogia mesmo ...é TALENTO ..natural..e Deus e Jesus ajudam os HONESTOS
Na minha opinião Cleber Machado é o " Melhor " por varios motivos1) tem o rarissimo " Dom Natural de transmitir com 100% de emoção sem jogar uma torcida contra a outra ..ou seja tem o Dom de acalmar mostrando que é apenas um jogo de futebol .. e não uma guerra ...e sòmente Cleber Machado tem este TALENTO NATURAL .
Na Formula 1 nem se fala ....é o número 1 sem dúvida ..por varios motivos..narra com erros naturais geniais..dando ar supernatural a narração e humor e deixando todos falaram ...um genio.. ...Sete 'pecados' gastronômicos que todo paulistano deve cometer
COMIDA
Sete 'pecados' gastronômicos que todo paulistano deve cometer
Coxinha, sonho, hambúrguer... Esqueça as calorias e se jogue nestas delícias da cidade
Por: Jennifer Detlinger - Atualizado em
Não há dúvidas, São Paulo é mesmo um paraíso culinário fincado em meio aos arranha-céus. Por isso, não foi fácil chegar aos "sete pecados" que listamos a seguir. Da lista fazem parte, por exemplo, o pudim de leite macio e cremoso do Conceição Discos & Comes e as coxinhas beeeem recheadas do Veloso.
Se você é como a equipe de gastronomia de VEJA SÃO PAULO, que saliva só de ler estas primeiras linhas, confira abaixo a lista completa e programe-se para cometer cada um desses 'pecados' gastronômicos.
1. Hambúrgueres do Bullguer
Trata-se do melhor endereço de comidinhas na categoria Bom e Barato da última edição de VEJA COMER & BEBER. O sanduíche da foto recebe, além da carne fininha e suculenta, queijo prato, picles, bacon e molho de páprica. O preço dos sanduíches é igualmente atraente: 18 reais.
2. Sonhos da Sonheria Dulca
Inaugurada pela confeitaria Dulca, a casa é um reduto para os amantes da receita. Além do clássico recheio de creme, dá para escolher o de doce de leite, de pistache, de gianduia, de brigadeiro...Para finalizar, todas as sugestões são passadas em uma combinação de açúcar com canela. Cada um custa 10 reais.
3. Coxinha do Veloso
Uma massa bem fininha com um generoso e cremoso recheio de frango mais catupiry: essa é a receita que deu fama à coxinha (30 reais a porção de seis unidades) doVeloso. Para se ter uma ideia do sucesso do quitute entre os paulistanos, o bar serviu 6,7 milhões de unidades em uma década de existência.
4. Frango à passarinho da Camelo
Parece estranho solicitar ao garçom de uma pizzaria uma porção de frango à passarinho. Mas em qualquer das cinco unidades da Camelo, a entrada é uma das estrelas do cardápio. A ave (37 reais a meia-porção ou 57 reais a inteira) chega à mesa bem douradinha, sem ficar ressecada, e ainda recebe uma boa dose de alho frito na finalização.
5. Dadinhos de tapioca do Mocotó
Não à toa, esse quitute da foto virou um dos símbolos da casa e da cozinha brasileira em São Paulo. A junção da tapioca com o queijo de coalho resulta em um sabor único e, convenhamos, delicioso. A porção custa 22,90 reais. A vontade é tanta que não dá pra esperar ir até o restaurante, na Vila Medeiros? Então clique aqui para ver a receita do chef Rodrigo Oliveira.
6. Crepe do Nutella do Eataly
É difícil algo que leva o amado creme de avelã e cacau ficar ruim. Prova disso são as filas constantes na loja instalada no Eataly, que vende, entre outras delícias, o crepe recheado com o doce. Ele ainda pode receber frutas como morango e banana. A receita custa 14 reais na versão simples, 16 reais com uma fruta e 18 reais, com duas.
7. Pudim de leite da Conceição Discos & Comes
A massa lisinha é um dos trunfos da receita feita pela chef Talitha Barros. Como se não bastasse, o doce (10 reais) ainda leva uma generosa calda por cima, que deixa tudo ainda mais feliz.
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